
Vida que forma letras!
Letras que formam palavras!
As palavras da minha Vida!

Montanhas! Essa sublime rudeza mas de cor! E dos rios de águas corrediças dos cumes pintados de alvor esse Silêncio... Falam de amor de esperança do renascer da abundância! Da permanência e insistência da existência de um sol glorioso e majestoso que a acompanha e ilumina que dele emana e sobrevive tudo o que dele incide com o calor! E que dela revive todos os seres na nossa amada Terra! Maria Morais de Sa

Tão pequenina! Quase despercebida! Pouco ousada! Disfarçada! Desmentida! Enrolada! Metes as mãos pelos pés mas tens perna curta! Tornas-te de repente imensa porque tens sua importância! És desviada por interesse! Tens pressa és vista repetente! De repente é punhalada és desrespeito és ousada! Descoberta és ira de quem sabe e de quem a comete! Cai a máscara já sei quem és! Sinceras mas já é tarde! História contada triste de seres a vitima! Desenrolado o fio dessa meada Até tu acreditas

De fresco se vestiu a manhã! Verdes estão os campos lavados pela geada nocturna despontando os ruídos que amanhecem pelos envergonhados raios de sol! A penumbra alva que se sustem sob o infinito não descura por momentos as gélidas cores tornando amena a paisagem ainda adormecida! Poucos são os pios de procura mas incessantes sinais de aviso pela escassez de alimento que aves que ficam buscam o que a Natureza levou em seu momento! Manhã de Inverno em que o sol jogou estar mais acim

Montanhas! Essa sublime rudeza mas de cor! E dos rios de águas corrediças dos cumes pintados de alvor esse Silêncio... Falam de amor de esperança do renascer da abundância! Da permanência e insistência da existência de um sol glorioso e majestoso que a acompanha e ilumina que dele emana e sobrevive tudo o que dele incide com o calor! E que dela revive todos os seres na nossa amada Terra! Maria Morais de Sa