
Nasci em 1964 na cidade do Porto.
Cedo senti o gosto de escrever meus desabafos e devaneios, ilusões e sonhos.
Transpunha para folhas de papel os pequenos escritos sobre meus sentimentos que achava ser a forma de poder falar o que me ia na alma sem que ninguém me reprovasse ou fizesse troça de mim!
Sempre escrevi devaneios e por medo e vergonha que os encontrassem os rasgava para não me criticarem.
Fui crescendo e sempre o gosto pela leitura e a escrita me acompanhou. Não tenho grandes estudos, não cheguei sequer a terminar o ensino secundário mas vou escrevendo como sei empregando a forma mais correta da gramática.
Sempre tive gosto pelas artes seja música, pintura, teatro ou cinema!
Minha educação musical resume-se a uma flauta e uma viola que aprendi a tocar.
Entrei em peças de teatro na escola secundária pertenci a um grupo de dança pop na era dos 70/80s, mas penso que esta influênçia artistica veio pelo lado de meu pai que foi em seu tempo ativo um conceituado afinador de pianos em que a música era sua vida e do que convivi desta sua profissão me deu a conhecer o mundo artístico.
Mas a escrita era minha praia e depois de tanto tempo perdido só agora venci o meu medo e a minha vergonha através deste meio de comunicação.
Iniciei a escrever no Facebook, donde conheci gente maravilhosa com muito talento e por aí aprendi muita coisa e pelo menos consegui dar-me a conhecer e mostrar meus devaneios através de poemas livres e versos que componho e publico!
O Meu poema "Navegantes" fez parte da Antologia "Mar à Tona" celebrada a sua exposição no Diana Bar na Póvoa de Varzim no dia Internacional da Poesia em Março de 2013.
Em 27 de Julho de 2013 por fim publiquei o meu primeiro livro de poesia intitulado " O MEU SOL MEU POEMA". Editado pela Editora VERSBRAVA a quem eu agradeço a confiança em mim depositada.
Sou presente sempre que tenho possibilidade em tertulias poeticas onde leio os meus poemas e me delicio em ouvir os de outros poetas.
Se gostaria de ver o meu livro estampado na montra de uma livraria?
Pois sim... gostaria!
Imortalizar algo que fizemos é grandioso...
Pelo menos o sonho comanda a vida e dele nunca irei desistir!
Nunca mais deixei de escrever! E se os poemas de mim nascem deixam de ser meus para ser de toda a gente.
A poesia é para ser gritada e reconhecida é para ser imortalizada na boca e na alma de toda a gente.
Maria José Morais de Sa

